sábado, 30 de setembro de 2017

ABJECTO

Se tivessem um professor na escola a perguntar ao vosso filho se não se sentiria melhor deixando crescer o cabelo, ou à vossa filha se não preferiria que esta rapasse o cabelo, eram capazes de pensar que o professor tinha perdido o tino e que não tinha nada que andar a importunar os vossos filhos sobre a forma como estes preferem ter o cabelo. Na verdade, ninguém tem nada que ver com o assunto e perguntas indiscretas, pessoais mesmo, deste género seriam rapidamente reportadas como abusivas. Se isto é assim, então, por que raio haveremos de achar normal que andem professores primários a perguntar aos nossos filhos se se sentem bem como rapazes ou às nossas filhas se sentem bem como raparigas? E que isto faça parte do curriculum da escola pública? Não será isto um abuso, uma perversão asquerosa mesmo, ter professores a indagar acerca do sexo dos nossos filhos? É que é isto que a extrema-esquerda europeia acha que é o progresso.

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