quarta-feira, 24 de março de 2010
LIXO POLÍTICO
“É primeira vez que na história da democracia um grupo parlamentar ousa chamar um primeiro ministro a uma comissão parlamentar de inquérito”, criticou o deputado do PS Ricardo Rodrigues, acusando o PSD de usar a comissão de inquérito para fazer “chicana política”.
Aqui.
Ousa? Ousa?? Mas em que país é estamos? Numa ditadura onde o PM não tem de prestar contas a ninguém? A estupidez da afirmação é ultrajante. Eu ouso apelidar este fantoche de idiota que não faz a mais pequena ideia do que uma Democracia é. E chamo-lhe pior: um perigoso, muito perigoso demagogo. Oco, vazio e manipulador onde a ausência de significado, de espessura ou de raciocínio supra-binário é um claro sinal da pobreza constrangedora desta "situação" atávica socialista. Mas é melhor ficar-me pelo "idiota" pois qualquer coisa acima disso deve impedir a compreensão da ofensa por parte do referido idiota. Coitado dele e de nós que temos de o aturar.
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POLÍTICA
ANSIEDADE
"Um em cada cinco portugueses sofre de perturbações psiquiátricas, constata o primeiro estudo que faz o retrato da saúde mental em Portugal. Em comparação com dados de outros seis países europeus Portugal é o que tem a prevalência mais alta, com números que se aproximam dos Estados Unidos, "o país com maior prevalência de perturbações de psiquiátricas no mundo", disse hoje o coordenador nacional de Saúde Mental, Caldas de Almeida."
Aqui
Porque será?
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ALERTA
TESTEMUNHO CREDÍVEL
"Não tenho nenhum conhecimento sobre essa matéria [alegado plano do Governo para controlar a comunicação social]", afirmou João Marcelino aos deputados da comissão de Ética, Sociedade e Cultura da Assembleia da República."
Aqui
Não era este que era citado nas escutas do Face Oculta como tendo assegurado a Joaquim Oliveira, seu patrão, que na redacção do DN não havia problemas em relação ao negócio TVI\PT?
Haja paciência para aturar estes fantoches.
Aqui
Não era este que era citado nas escutas do Face Oculta como tendo assegurado a Joaquim Oliveira, seu patrão, que na redacção do DN não havia problemas em relação ao negócio TVI\PT?
Haja paciência para aturar estes fantoches.
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POLÍTICA
terça-feira, 23 de março de 2010
FASCIZANDO
"O casal de escoceses Alan e Fiona Hay está proibido pelas autoridades locais de fazer sexo durante a noite, informa o «The Sun». Segundo o jornal, a proibição deverá ser acatada entre as 22 horas da noite e 7 horas da manhã, tudo por causa do barulho.
Oficiais do conselho local foram até a residência dos Hay em Penicuik, na Escócia, e deram conta da reclamação dos vizinhos, nomeadamente , de um menino que afirmou não conseguir dormir com os gemidos de mulher.
O rapaz terá contado a história na sala de aula e a professora contou o caso na cidade. A polémica instalou-se, com Alan a defender-se das acusações: «As nossas sessões de sexo duram cinco a seis minutos. Isto não faz sentido, nós não gritamos», argumentou Alan, que tem asma e sofre de epilepsia.
«Estou furiosa. Não faz sentido um homem e uma mulher serem proibidos de fazer sexo. Fazer amor e assistir televisão são nossos únicos luxos», disse indignada Fiona ao jornal «The Sun»."
Apanhado aqui.
Oficiais do conselho local foram até a residência dos Hay em Penicuik, na Escócia, e deram conta da reclamação dos vizinhos, nomeadamente , de um menino que afirmou não conseguir dormir com os gemidos de mulher.
O rapaz terá contado a história na sala de aula e a professora contou o caso na cidade. A polémica instalou-se, com Alan a defender-se das acusações: «As nossas sessões de sexo duram cinco a seis minutos. Isto não faz sentido, nós não gritamos», argumentou Alan, que tem asma e sofre de epilepsia.
«Estou furiosa. Não faz sentido um homem e uma mulher serem proibidos de fazer sexo. Fazer amor e assistir televisão são nossos únicos luxos», disse indignada Fiona ao jornal «The Sun»."
Apanhado aqui.
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ALERTA
segunda-feira, 22 de março de 2010
DA PORTUGALIDADE
Se me pedissem para definir o sentimento Português, em particular Lisboa, em apenas três minutos eu pensaria que tal coisa seria verdadeiramente impossível. Mas não é. Passeio com Johnny Guitar não só o consegue fazer como (talvez por essa mesma razão) vai directamente para o topo das melhores curtas metragem; de Portugal e do mundo. Uma delícia absolutamente genial de João César Monteiro. Reverência.
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CINEMA
DO IMPÉRIO
«Apesar de termos alterado quase metade da equipa em relação ao último jogo, todos os jogadores mostraram uma capacidade enorme, o que justifica a qualidade da equipa. Tinha jogadores no limite como o Javi García e do Cardozo que, após o jogo com o Marselha, deram indicações de fadiga muscular. Era um risco e podíamos ficar sem eles para o jogo com o Sp. Braga. Montámos uma estratégia com aqueles que eu achei que estavam melhor no momento. Felizmente fomos compensados, não só pelo resultado, mas também porque demos tempo de jogo a outros jogadores que demonstraram que podemos contar com eles.»
Jorge Jesus
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BOLA
domingo, 21 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
DO IMPÉRIO
"Benfica a fait un gros match et nous a montré que c'est une grande équipe, complète dans toutes les lignes, et qui nous a posé d'énormes problèmes. C'est Benfica qui nous a obligés à jouer bas avec une excellente maitrise, en partant de derrière."
Didier Deschamps
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BOLA
DOS 10% DE DÍVIDA AOS 117% (ou como...
...O PS enterrou Portugal, por Henrique Raposo)
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POLÍTICA
UM RETRATO DE PORTUGAL (II)
Uma nadadora salvadora que não sabe nadar. Aqui.
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INTERESSANTE
UM RETRATO DE PORTUGAL
"Também encontram diferenças entre os doentes. Aline explica: "O brasileiro preocupa-se mais com a saúde oral, mesmo quem não tem condições. O português vem resolver problemas pontuais. Estoirou um abcesso, toma um antibiótico, o abcesso vai embora, já não volta. E a primeira coisa que perguntam é o preço!"
Um artigo muito interessante sobre os médicos estrangeiros que trabalham no nosso país e as diferenças que encontram entre os sistemas, os meios e as pessoas. Aqui, no DN.
Um artigo muito interessante sobre os médicos estrangeiros que trabalham no nosso país e as diferenças que encontram entre os sistemas, os meios e as pessoas. Aqui, no DN.
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INTERESSANTE
quinta-feira, 18 de março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
DESDENTADA
Um dia houve onde uma desdentada como tu,
me sorriu e me disse olá.
Não foi pouco pois tal sorriso me pôs a nu.
Atrás de ti, desdentada, eu fui,
mas tu, desdentada, fugiste de mim.
Sem avisar.
Voltaste e lá fui eu outra vez atrás de ti;
estavas longe, não foi fácil,
e passado um tempo parece que nem te conheci.
E atrás de ti, desdentada eu fui,
mas tu, desdentada, fugiste de mim.
Outra vez.
Agora vens tu, desdentada;
com o teu sorriso desdentado;
a chamar por um sim.
Eu vou, desdentada, eu vou,
mas não fujas tu, desdentada, outra vez de mim.
me sorriu e me disse olá.
Não foi pouco pois tal sorriso me pôs a nu.
Atrás de ti, desdentada, eu fui,
mas tu, desdentada, fugiste de mim.
Sem avisar.
Voltaste e lá fui eu outra vez atrás de ti;
estavas longe, não foi fácil,
e passado um tempo parece que nem te conheci.
E atrás de ti, desdentada eu fui,
mas tu, desdentada, fugiste de mim.
Outra vez.
Agora vens tu, desdentada;
com o teu sorriso desdentado;
a chamar por um sim.
Eu vou, desdentada, eu vou,
mas não fujas tu, desdentada, outra vez de mim.
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NADA
segunda-feira, 15 de março de 2010
A CONSPIRAÇÃO CONTINUA
Existem umas dúvidas sobre a legalidade de umas obras feitas por Sócrates. Claro, para complicar o que se calhar até poderia ser simples, os papeis que ofereceriam plenas explicações "desapareceram" da Câmara Municipal de Lisboa. Não sei se as obras foram licenciadas ou, não o tendo sido, se foram ilegais tal como não sei se Sócrates, ele próprio, é licenciado ou não. Também nada sei das casinhas, do Freeport, da Cova da Beira, do Face Oculta. Aquilo que sei é que, e isto é factual, por onde quer que ande metido o nosso PM, lá consegue arranjar confusão. Deve atraí-la. Coitado.
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POLÍTICA
PALAVRAS PARA QUÊ?
"A ministra da Educação, Isabel Alçada, foi ontem surpreendida durante a visita à Escola D. Manuel I, em Beja, com uma situação inesperada: o pavilhão polivalente coberto, acabado de construir - ao abrigo do projecto de requalificação do edifício escolar -, deixa entrar água a ponto de interditar o espaço às aulas de Educação Física". Aqui.
Chove dentro de um pavilhão recentemente construído. A culpa, claro é do clima. Mas de quem mais poderia ser? A culpa da pobreza, do desespero e da emergência nacional é da crise internacional; a culpa dos casos sobre o Primeiro Ministro é de uma conspiração judicial; a culpa dos despachos judiciais não sairem a tempo e horas é do tempo que demora a dactilografá-los; a culpa de sermos como somo será também, certamente, dos nossos pais. A culpa é deles. Deles. Sempre deles. Como as crianças que lambuzadas de chocolate dizem que foi o primo ou o irmão que foi ao pote. Teria piada se não fosse um bom exemplo da estupidificação generalizada da democracia actual.
Chove dentro de um pavilhão recentemente construído. A culpa, claro é do clima. Mas de quem mais poderia ser? A culpa da pobreza, do desespero e da emergência nacional é da crise internacional; a culpa dos casos sobre o Primeiro Ministro é de uma conspiração judicial; a culpa dos despachos judiciais não sairem a tempo e horas é do tempo que demora a dactilografá-los; a culpa de sermos como somo será também, certamente, dos nossos pais. A culpa é deles. Deles. Sempre deles. Como as crianças que lambuzadas de chocolate dizem que foi o primo ou o irmão que foi ao pote. Teria piada se não fosse um bom exemplo da estupidificação generalizada da democracia actual.
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POLÍTICA
CONGRESSO DO PSD (VI)
Para finalizar, a propósito dos equilíbrios de forças nas eleições para Presidente do PSD. Parece-me que também aí sai Rangel mais forte do que entrou e Passos como entrou. Com o eclipsar de Aguiar-Branco alguns indecisos entre ele e Rangel deverão mudar para o lado de Rangel que se posiciona, agora sem dúvidas, como o principal adversário de Passos Coelho. Depois conseguiu dois apoios importantes: Madeira e Presidente da JSD; estão aqui milhares de votos. Por fim deve ter agarrado alguns soltos que seguiram o congresso com atenção e que se terão empolgado com a sua garra. Se isto é suficiente para a ganhar não sei mas ainda faltam quinze dias, tudo pode acontecer. No final fica um partido mais vivo e, começando-se a cheirar a poder, parece que quer ganhe Passos, quer ganhe Rangel, quem ganhar virá para ficar.
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CONGRESSO DO PSD (V)
Borrou o partido a pintura com a chamada "lei da rolha". É uma pena. Um congresso "à antiga", uma mais valia grande para, no final, se aprovar uma patetice de todo o tamanho. Claro que o PS e os comentadores do regime vão logo para o estalinismo, superficialidades habituais neste espaço público depauperado. A questão aqui é apenas uma e eu percebo perfeitamente qual o mote - o objectivo - da norma: é evidente que o dever de solidariedade dos militantes para com o partido é fundamental, principalmente em altura de eleições. No entanto, e este é o problema, não há como definir uma fronteira entre o que consiste uma deliberada má-intenção com intuito de benefícios particulares e aquilo que será o livre pensar - expressar a que todos temos direito. Esta norma mostra, mais do que qualquer outra coisa, um dos grandes problemas do nosso país: porque não se confia na existência do bom senso, tenta-se legislar tudo e mais umas botas; privilegia-se a forma em detrimento de uma análise qualitativa do conteúdo. No final acabamos com leis, leis e mais leis que, como tudo na vida, podem ser usadas para o bem (que o espírito do legislador pretendia) ou para o mal; neste caso o abuso desta norma pode ser particularmente grave. Enfim, como disse, foi pena.
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CONGRESSO DO PSD (IV)
Paulo Rangel. Entrou com uma grande pressão sobre ele. Corressem-lhe mal as intervenções e não teria, provavelmente, hipóteses de chegar à liderança. No entanto, foi o oposto. Fez duas grandes intervenções onde, começando nervoso (e assumindo-o) mostrou-se humano e "real" permitindo uma ligação com a audiência. Mostrou um rumo, deu algumas ideias concretas e empolgou. Empolgou mesmo. Sentiu a necessidade de, fruto de uma ligação recente ao partido, ir buscar Sá-Carneiro mas fê-lo da melhor forma e a mote de Marcelo e Aguiar-Branco conseguiu juntar a absoluta necessidade mudança em Portugal com a reeleição de Cavaco e o sonho antigo de "um Governo, uma maioria e um Presidente". Tem tomates o homem. E o PSD tem tendência para gostar disso. Além disso disse o que é preciso dizer: este país dos interesses, dos negócios obscuros, das dependências tem de ser limpo. E isto mais nenhum candidato disse.
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CONGRESSO DO PSD (III)
Aguiar Branco. Entrou com a força de uns debates bem sucedidos mas mostrou, apesar do artificial engrossamento da voz (que no segundo dia até ficou rouca), que tem pouco de líder. Falta-lhe o carisma, a força e a oratória. Falta-lhe também um mote mais definido do que o simples "unir" que tem muito pouco valor quando não se diz em nome de quê. É simpático, sério e tem tudo para no final deste processo eleitoral ficar como uma reserva de qualidade do PSD (numa 2ª linha). Sai do congresso afastado da liderança do partido mas com um clamor silencioso para que se mantenha na liderança do grupo parlamentar.
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POLÍTICA
CONGRESSO DO PSD (II)
Passos Coelho entrou como "líder" da corrida e tentou dar pose de estado como, aliás, sempre o tenta fazer. Esteve bem nas entrevistas que deu, mostrou-se seguro e à vontade mas as intervenções correram-lhe mal. Na primeira perdeu demasiado tempo a justificar aquilo que não vale a pena justificar demonstrando demasiada fraqueza, falou apenas para o partido e falhou na tentativa de ser engraçado. Mostrou que estava habituado a congressos, que se movia com à vontade mas foi tanta a vontade de o mostrar que acabou por não mostrar aquilo que se lhe exigiria: que pode ser PM. Na segunda intervenção perdeu-se outra vez, apontou duas ou três medidas avulsas, agarrou a questão do PEC mas não mostrou a garra e - ou um rumo definido que arrebatasse o congresso. No final sai como entrou, com uma parte significativa do aparelho mas, parece-me, que muito atrás no voto livre e, por essa razão, incontrolável de umas directas que sabemos exigirem mais do que apenas o aparelho para se poder ser o vencedor.
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