Em Portugal, desde mil quinhentos e picos que a prosperidade e o
progresso material são coisas que nos acontecem, não são feitas por nós:
tal como os turistas, vêm de fora, não são nossas. Pior: em muitas
circunstâncias, tais como os tempos que vivemos, acontecem apesar de
nós. Ocorreu-me isto ao ver aqueles dois palonços que mandam, um no
governo do país, o outro no da câmara de Lisboa, a acenarem à populaça
da Web Summit como se aquilo fosse obra deles.
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